CHESS TATOO

CHESS TATOO

ENTREVISTA DE MEQUINHO NA FOLHA.

12/11/2011

06/11/2011 - 03h30

Top 3 do xadrez nos anos 70, Mequinho reza para voltar ao topo


CAROLINA ARAÚJO
ENVIADA ESPECIAL A TAUBATÉ

A rotina de Henrique da Costa Mecking, o Mequinho, 59, enxadrista que chegou a ser o terceiro melhor do mundo nos anos 70, está longe da agitação da época em que desfilava em carro aberto no Rio e era convidado para o programa do Chacrinha.
Hoje, o que move o jogador todos os dias são duas refeições, seis remédios homeopáticos, uma missa e horas de oração e estudo de xadrez.   


Mas, entre os tempos de herói nacional e a vida tranquila atual, o desejo de voltar a estar no topo do ranking mundial liga as duas épocas.
"Se eu chegasse de novo a ser um dos melhores, o país inteiro teria de me apoiar."
Mequinho vive hoje em Taubaté (140 km de São Paulo), em um apartamento de dois quartos e poucos móveis comprado no início do ano.
Mora com Tiago Pereira Rodrigues, 23, 203º lugar no ranking nacional, a quem apresenta como seu treinador e assessor nos treinos.
Sai pouco. Seu compromisso diário mais rígido é ir à missa --frequenta três paróquias diferentes--, hábito que segue mesmo quando disputa algum campeonato fora da cidade. Neste ano, jogou poucos. Lembra-se de um em Campinas, um na Espanha e outro em Santo André.
Mequinho se recusa a viajar para vários países, como a Rússia, um dos principais polos do xadrez mundial e de onde vieram alguns de seus maiores rivais nos anos 70.
"Há muitos lugares a que não quero ir. Só jogo em países em que me sinta bem pela situação política e religiosa, em que os cristãos não sejam perseguidos, onde haja liberdade e democracia."
Caio Guatelli - 03.nov.2011/Folhapress
Mequinho segura imagens de santos
Mequinho segura imagens de santos
Na próxima semana, estará em Mogi das Cruzes, nos Jogos Abertos do Interior, disputa entre cidades --defende São Bernardo do Campo. Não revela quanto ganha para isso. Os melhores jogadores brasileiros costumam receber cerca de R$ 2.000 mensais.
Aumenta sua renda com palestras e simultâneas, eventos em que enfrenta vários rivais ao mesmo tempo.
Além do apartamento onde vive, tem um carro. Dinheiro, afirma, não é um problema.
"Gasto pouco. Minha casa é simples, e não me interesso por móveis ou roupas luxuosos. Aprendi que é mais fácil ir para o céu de uma cabana do que de um palácio."
DOENÇA
Mequinho descobriu a religião na época em que se afastou do esporte que o consagrou. O motivo foi a miastenia grave, doença que afeta os músculos e que foi detectada no auge da carreira.
Em 1978, o gaúcho era o terceiro colocado do ranking da Fide (Federação Internacional de Xadrez), atrás dos russos Anatoly Karpov e Viktor Korchnoi (que, posteriormente, naturalizou-se suíço).
Mas a miastenia o fez abandonar os tabuleiros. No pico da doença, quando não tinha forças para mastigar ou escovar os dentes, Mequinho entrou para o movimento católico Renovação Carismática.
Nos anos seguintes, formou-se em teologia e filosofia, tentou ser padre ("Mas vi que não era esse o caminho"). E afirma que um milagre o levou à cura da doença.
Hoje, diz estar "quase bom". Reclama de cansaço, especialmente quando joga xadrez --voltou definitivamente ao esporte em 2000.
Se está disputando um torneio, acrescenta mais um remédio homeopático a seu arsenal diário. Já a alimentação é sempre a mesma: duas vezes por dia, só alimentos naturais e sem tempero.
Mequinho diz que só vai se curar totalmente "quando Jesus quiser". Mesmo assim, afirma estar "muito vivo". "Vou fazer 60 anos agora [em janeiro]. Muita gente não me dá essa idade e diz que eu tenho dez, 15 anos a menos."
As orações, segundo o enxadrista, não curaram apenas a miastenia. Enumera outros episódios que ocorreram após "rezar muito": a redução do grau da miopia, o conserto da sua geladeira ou a cura de uma fratura no dedo.
"Há jogos em que estou para perder, e Jesus e Nossa Senhora me salvam. Claro, nem sempre escapo, senão já seria o campeão do mundo."
O temor da derrota influencia até sua relação com os fãs. Não aceita dar autógrafos em planilhas de xadrez, onde são anotados os lances das partidas. "Tenho medo de que alguém bote lá que eu perdi."
Com a cura total da doença, espera voltar a estar entre os melhores do mundo. "Se eu disser que Jesus me curou e for o último em um torneio, não vão acreditar em mim."
Mas o topo do ranking mundial está distante. Mequinho é o 253º da lista, com 2.590 pontos, e o quarto colocado entre os brasileiros. Nos últimos dois anos, afirma ter subido 48 pontos no ranking. Faltam hoje 236 pontos para igualar o número um, o norueguês Magnus Carlsen, 20.
O brasileiro, porém, não usa a matemática e a lógica, mas a religião, para explicar como alcançará a façanha. Com relatos de aparições de Nossa Senhora em Medjugorje, na Bósnia, passagens bíblicas e a proximidade do "final dos tempos", diz como será a nova ascensão no xadrez.
Fred Chalub - 20.nov.2009/Folhapress
Mequinho em desafio, simultaneamente, a 20 jogadores na Virada Esportiva
Mequinho em um evento na Virada Esportiva
POLÍTICA
Do tempo em que era o terceiro melhor do planeta, feito nunca repetido no país, restaram lembranças do regime militar, que transformou Mequinho em herói nacional.
O enxadrista elogia o ex-presidente Emílio Garrastazu Médici (1969 e 1974), líder dos anos de chumbo da ditadura.
"O presidente Médici me ajudou muito. Era um homem inteligente, gostava de esporte. Em 1970, pedi a ele um cargo para deixar a faculdade em Porto Alegre, só jogar xadrez e tentar ser campeão do mundo. Ele disse: 'Sim, vou resolver seu problema'."
Mequinho foi nomeado no Ministério da Educação e se mudou em 1971 para o Rio.
No ano seguinte, tornou-se o primeiro grande mestre do país, em 1972, aos 19 anos, feito que o levou a desfilar pela cidade em carro de bombeiros com a bateria da Mangueira e a torcida do Flamengo.
Ainda ganhou dois importantes torneios da época, os Interzonais de Petrópolis (1973) e Manila (1976). Suas partidas saiam nos jornais.
Mas Mequinho, testemunha da influência que a Guerra Fria tinha sobre a elite do xadrez, também reclama das pressões daquela época.
"Os melhores do mundo sofrem uma perseguição muito grande. Veja o quanto o [Bobby] Fischer sofreu", diz, citando o americano, morto em 2008, que encerrou a hegemonia soviética ao virar campeão mundial em 1972.
Após virar símbolo dos EUA na Guerra Fria, Fischer abandonou o xadrez em 1975. Como Mequinho, tentou voltar décadas depois. Sem o mesmo sucesso de antes.

São Caetano do Sul comemora o sucesso da 3ª Etapa da Copa Brasil de xadrez para deficientes visuais

01/11/2011

São Caetano do Sul comemora o sucesso da 3ª Etapa da Copa Brasil de xadrez para deficientes visuais
São Caetano do Sul comemora o sucesso da 3ª Etapa da Copa Brasil de xadrez para deficientes visuais
A cidade de São Caetano do Sul abrigou no último final de semana, a 3ª Etapa da Copa Brasil de xadrez para deficientes visuais, que foi realizado no clube Alvi Celeste, no bairro Oswaldo Cruz. A competição, foi vencida pelo enxadrista Adroildo Martins, seguido por Roberto Hengles e Jaderson Pontes.
Contente pelo sucesso do torneio, o Secretário de Esporte e Turismo da cidade, Gilberto Costa, falou sobre a responsabilidade de receber um evento deste porte. “Foi muito bom ter participado e acompanhado de perto, dentro de nossas instalações, essa competição tão especial. Fico satisfeito também devido à estrutura que a cidade possui e que possibilita que este tipo de evento seja realizado em São Caetano. É gratificante.”, disse o secretário.
Presidente da Associação de Xadrez para Deficientes Visuais, Waldin de Lima, que também participou da competição, ficou emocionado pelo carinho e atenção que recebeu dos realizadores do torneio. “Fiquei emocionado e duvido que algum presente nesta tarde não tenha ficado. Gostaria de agradecer a todos que participaram e que trabalharam no campeonato, que foi muito especial. Todos nós, deficientes visuais, vamos levar ótimas lembranças da cidade de São Caetano do Sul”.
Para o árbitro do campeonato, o professor e juiz Cassius Alexandre, a competição foi um sucesso. Nascido e criado na cidade, Alexandre falou sobre o crescimento da modalidade em São Caetano. “Para mim, a competição superou todas as expectativas. Foi muito organizado e o respeito prevaleceu em todos os momentos. Além disso, vou levar uma experiência muito gratificante, que é trabalhar com os deficientes, que me ensinaram muito. Alguns deles têm ótimo nível de jogo e todos souberam participar da melhor forma possível”, analisou.

CASSIÃO CAMPEÃO DO VALEU PROFESSOR 2011 !!!

11/10/2011


Cassius e Derli são os campeões de xadrez do Valeu Professor 2011

Cassius Alexandre Silva e Derli Francelli foram os campeões do Torneio de Xadrez Valeu Professor 2011 realizado na Estação da Luz no domingo, 9 de outubro. No masculino Cassius, que é professor e árbitro de xadrez e reside em São Bernardo do Campo, obteve 5,5 pontos e terminou invicto com 5 vitórias e um empate. Jogou muito concentrado e mereceu a conquista. No feminino, Derli, professora, que mora em Mauá, e há muitos anos defende a cidade de Santo André em competições estaduais, terminou com 4 pontos, fruto de 4 vitórias e duas derrotas, mas igualmente atuou com muita determinação para chegar ao título. Este foi o segundo ano do torneio de xadrez que é mais uma atração do Valeu Professor, evento organizado pela Prefeitura de São Paulo, que homenageia os professores no seu mês e que tem na programação vários eventos culturais, recreativos e esportivos. A direção da competição, que teve 55 participantes, professores de escolas públicas e particulares e de universidades,  foi do Prof. Egnon Viana e da Prof. Sandra Regina Rodrigues, que são os coordenadores do Programa Xadrez Movimento Educativo que reune nas 13 Diretorias Regionais de Educação mais de 40 mil alunos que praticam o esporte-ciência nas escolas da maior cidade brasileira. O evento de xadrez atraiu a atenção do público, pois aconteceu no hall da belíssima Estação da Luz e na programação a organização levou a tecladista Clarinda Sousa que antes do início e ao final da disputa tocou belíssimas composições e isto abrilhantou ainda mais a competição, reforçando o que já disse o músico e enxadrista de alguns séculos atrás, François Andre Danican Philidor:  ”o xadrez, como o amor e como a música, tem o poder de fazer os homens felizes”. Acompanhe a seguir a classificação final e a tabela do torneio e veja fotos do evento.

Valeu, Professor 2011 – Torneio de Xadrez para Professores

Arbitragem – Estevão Tavares Neto, Eduardo Passos Pereira, Albano Agostinho e Filipe Tavares

Classificação Final

Col  Nome                        Pts      MFPX  MTot   EAcum

  1   Cassius Al. Silva,          5.5      18.5  21.5   20.5
  2   Felipe de Oliveira,         5        22.5  26.5   19.0
  3   Paulo Giovanni A Nicolini,  5        20.0  22.0   19.0
  4   Edmundo Aoyama,             5        19.0  21.0   15.0
  5   Milson Theodoro,            5        18.5  20.5   18.0
  6   Ricardo M. de Almeida,      4.5      21.5  23.0   16.5
  7   Fernando Luiz de Souza Jr,  4        21.5  24.5   14.0
  8   Derli Francelli,            4        21.0  24.0   17.0
  9   Ricardo Lisias A. Fermino,  4        20.0  23.0   17.0
 10   Andre Vicente dos Santos,   4        19.0  22.0   16.0
 11   Waldomiro Dias M. Junior,   4        18.5  20.5   14.0
 12   Jose Antonio dos Santos,    4        18.0  21.0   13.0
 13   Alexandre F. Presciliano,   4        18.0  19.5   13.0
 14   Rafael Mendonça Cassani,    4        18.0  19.0   15.0
 15   Paulo F. S. Ferreira,       4        17.5  18.5   16.0
 16   Simanis Imants Novickis,    4        17.0  19.0   14.0
 17   Erich Garcia Toledo,        4        16.5  18.5   12.0
 18   Rafael Soares dos Santos,   4        16.0  18.0   14.0
 19   Maria Rute de A. Luz,       4        16.0  16.5   13.0
 20   Tadeu Marques Ferreira,     4        14.5  15.5   13.0
 21   Renie Robim,                3.5      15.5  17.0   12.5
 22   Fernando H. Severo Silva,   3        20.0  23.0   15.0
 23   Marcos Renato Cezar,        3        19.5  21.5   13.0
 24   Eugênio Mendes dos Santos,  3        18.0  19.5   11.0
 25   Kivam Arruda Izidoro,       3        18.0  19.5    9.0
 26   Edvaldo Alves da Silva,     3        18.0  18.5   11.0
 27   Antonio Courel Filho,       3        17.5  19.5   12.0
 28   Mario Moraes Junior,        3        17.5  19.0   10.0
 29   Marcos Ahlers Nascimento,   3        17.0  18.0   10.0
 30   Fatima A. A. Pastorelli,    3        16.5  16.5    9.0
 31   João Paulo G. de Paula,     3        15.0  16.5   10.0
 32   Jones Barboza Lima,         3        14.5  15.5    9.0
 33   Sérgio Henrique Santos,     3        14.5  14.5   11.0
 34   Leandro M. de Souza,        3        14.0  15.0    9.0
 35   Mauro Mai,                  3        14.0  14.0    9.0
 36   Mario Duarte,               3        13.0  14.5    9.0
 37   Andre de Oliveira Torres,   2.5      19.5  21.5   12.5
 38   Valmir Fernandes da Silva,  2.5      14.0  15.5    6.5
 39   Firmino Pereira,            2        17.0  18.0    7.0
 40   Claudio Xavier da Silva,    2        16.5  18.5    7.0
 41   Rafael Fernandes Soares,    2        16.0  17.5    9.0
 42   Eloy Coelho de Freitas,     2        16.0  17.5    8.0
 43   Fernanda Julia Bertagnoli,  2        15.0  15.5    4.0
 44   Michele Fuin Stefanoni,     2        14.5  16.5    8.0
 45   Heitor R. de Figueiredo,    2        14.0  15.0    3.0
 46   Geraldo Miura,              2        14.0  14.0    6.0
      Zenalia Santos,             2        14.0  14.0    6.0
 48   Edson Francisco Aguiar,     2        13.0  14.5    5.0
 49   Davi Matheus dos Santos,    2        13.0  13.5    7.0
 50   Daniel Cardoso Loureço,     1.5      14.5  15.0    4.5
 51   Aparecido C. Pereira,       1        16.0  17.5    4.0
 52   Ricardo de O. Queiróz,      1        14.0  15.5    6.0
 53   Maria Isabel H. Macedo,     1        14.0  15.5    3.0
 54   Darialva da G. Linge,       1        12.5  12.5    2.0
 55   Alexandro Belchior Correa,  0        12.5  13.5    0.0


'Super-Humanos': Magnus Carlsen, o gênio que trocou o futebol pelo xadrez

10/10/2011



Fã de Ronaldo e Roberto Carlos e torcedor do Real Madrid, norueguês foi um dos mais jovens a receber o título de Grande Mestre do esporte, aos 13 anos
Por GLOBOESPORTE.COM
Monaco, França




Quem olha para Magnus Carlsen pode achar que ele é apenas mais um jovem de 20 anos normal. O norueguês, desde pequeno, sempre gostou de futebol, torce pelo Real Madrid e é fã dos brasileiros Ronaldo e Roberto Carlos. No entanto, o rosto de criança esconde o maior prodígio da história do xadrez. Aos 13 anos, venceu os maiores jogadores do mundo e se tornou um dos atletas mais jovens a receber o título de Grande Mestre, a mais alta qualificação do xadrez. E no ano passado, aos 19, virou o líder do ranking mundial, tornando-se o mais rápido a alcançar esse posto.
'Super-Humanos' #1: o britânico que aguenta nadar em águas congelantes
- Eu sigo futebol na TV o tempo todo, especialmente os campeonatos da Espanha e da Inglaterra. Sou torcedor do Real Madrid, muito fã do Ronaldo e do Roberto Carlos. Acho que até teria sido um bom jogador, mas acho que estou bem no xadrez. Está valendo a pena, porque estou criando umas coisas legais - disse Carlsen.
O jogo de xadrez simula um conflito entre dois exércitos: 16 peças para cada oponente que se movimentam em um tabuleiro com 64 casas. Milhões e milhões de possibilidades e posições, tudo isso viajando na mente humana em uma velocidade incrível. Carlsen usa o cérebro de uma forma única, especial, que pode revolucionar tudo o que sabemos sobre o raciocínio e o pensamento. Mas você pode esquecer aquela imagem estereotipada de um nerd atrás de um computador. O norueguês virou celebridade, garoto-propaganda de uma multinacional de roupas, viaja o mundo, passeia com atrizes de Hollywood e conquista milhares de seguidores nas mídias sociais.
'Super-Humanos' #2: aos 92 anos, vovó Olga é um fenômeno do atletismo
Magnus Carlsen faz parte de uma geração que cresceu desde cedo com uma companhia especial: os computadores. Para conhecer mais da história desse prodígio e da sua família, o Esporte Espetacular foi até Monaco, no Sul da França, acompanhar um torneio de xadrez entre os melhores do planeta. Segundo o pai, Henrik Carlsen, o filho mostrava habilidades especiais já na infância.
- Magnus tinha algumas habilidades que nos chamavam a atenção. Ele conseguia montar quebra-cabeças de 50 peças antes dos 2 anos. Com 4 ou 5, montava coisas fabulosas com Lego. Ele tinha uma habilidade incrível de concentração, de ficar focado em alguns tópicos por bastante tempo.

Aos 20 anos, Magnus Carlsen em entrevista ao repórter Guilherme Roseguini (Foto: TV Globo)
Henrik adorava xadrez, então, pegou um tabuleiro e tentou ensinar Magnus. Mas, aos 6 anos, o garoto não quis nem saber daquele jogo parado, gostava mesmo era de jogar bola todos os dias. Vendo que iria perder a briga, o pai não forçou a barra na ocasião. E foi por volta dos 9 anos que Magnus começou, espontaneamente, a jogar xadrez... no computador, nada de tabuleiro. E o pai apoiou:
- O computador é uma grande ferramenta para o aprendizado. Ele usava o computador para várias outras coisas, e se sentiu confortável naquele ambiente. Os programas para jogar xadrez começaram a aparecer nos anos 90, justamente na geração dele - lembrou Henrik.
Jogar partidas com gente do mundo todo, desafiar amigos e estudar lances. Esses foram alguns dos atrativos que chamaram a atenção de Magnus para jogar xadrez pelo computador. Na época, o menino só queria aprender o jogo para vencer as grandes rivais: suas irmãs mais velhas.
- Entre os 9 e os 10 anos, ele começou a passar várias horas do dia jogando e estudando xadrez. Mas não como uma obrigação, nunca pedimos nada. Era um hobby. Ele tinha essa vontade. Primeiro, queria ganhar das irmãs. Depois começou a estudar para me derrotar. E asssim foi - contou Henrik.
- Eu nunca tive mesmo um jeito científico de estudar xadrez. Eu simplesmente seguia minha curiosidade, minhas ideias. Acho que isso foi muito importante - revelou Magnus.
Eu acho que tenho um 'felling' natural para o jogo. Tenho um estilo universal, disposto a correr risco. Não sigo muito os padrões. Se me dão uma ideia de tentar algo novo, eu estudo um pouco e vou em frente. Gosto de mudar de territórios a todo momento no xadrez."
Magnus Carlsen
O processo de formação utilizado pelo menino norueguês era bem diferente dos adotados pelos grandes jogadores do passado. Um dos Grandes Mestres de xadrez, o brasileiro Gilberto Milos tenta explicar as mudanças com o tempo.
- Enquanto nós nos espelhávamos nos melhroes jogadores do mundo, como Boby Fischer, e analisávamos as partidas dele, ele se espelha no melhor jogador de hoje, que é o computador, devido à capacidade de cálculo. O computador é melhor porque calcula mais, então ele desenvolve mais esse lado e de alguma forma chega próximo da capacidade de cálculo do computador. Não é igual, mas ele tira uma vantagem disso.
- No computador, você consegue informações muito rápido. O que significa que você consegue absorver conhecimento muito mais rápido do que no passado. Hoje, podemos aprender coisas em cinco anos que no passado levariam 20 - decretou Milos.
Basicamente, Magnus Carlsen começou aos poucos a pensar como um computador. Por conta da sua formação, ele desenvolveu uma habilidade espetacular de calcular e memorizar. Magnus guarda na cabeça cerca de 500 mil jogadas (meio milhão de possibilidades).
- Quando você treina com o computador, contra um adversário que realmente te coloca problema de cálculos muito complexos, você certamente é mais exigido e desenvolve mais. Não sei exatamente como é esse processo, mas basicamente é isso. Você treina com alguém muito melhor do que você e a tendência é se aproximar disso. E como o computador é muito melhor no quesito cálculo, a tendência é que você melhore seu cálculo. Ele é mais exigido que as gerações anteriores, então o resultado é superior - explicou Gilberto Milos.
O trunfo de Magnus Carlsen é conseguir calcular mais rápido e, com isso, ele imagina como estará o tabuleiro de xadrez 20 lances à frente das pessoas comuns. Fica mais fácil prever as ações dos rivais e escolher a jogada certa. É o que conta o especialista no esporte Dirk Geuzendam.
- Você olha para o tabuleiro em um jogo dele e diz: não existe saída, está acabado. E aí, logo depois, Magnus escapa, com algo que ninguém havia pensado. Parece simples, mas é incrivelmente difícil fazer isso em um jogo de xadrez. Poucas pessoas têm esse talento: escolher precisamernte a jogada certa e fazer o que ninguém havia imaginado. É o que o Magnus faz.
Com essa habilidade toda, aos 13 anos Magnus já estava disputando torneios internacionais. Ele enfrentou e venceu, para a surpresa de todos, Anatoly Karpov, o melhor jogador do mundo por dez anos. O próximo desafio foi encarar aquele que é considerado até hoje o melhor de todos os tempos: Garry Kasparov, campeão mundial aos 22 anos e dono das mais altas pontuações internacionais do xadrez. Magnus conseguiu um empate contra o gênio do esporte, e parece que assustou o russo.
- Depois desse jogo o Kasparov foi embora correndo, nervosíssimo. Mas depois mandou um de seus livros autografados para a nossa casa e disse que podia dar umas aulas, uns conselhos a Magnus. Ele não se interessou muito no começo, mas tempos depois se deu conta que Kasparov sabia muito, muito mesmo. E que poderia ajudá-lo - disse Henrik Carlsen.
Imagine isso: o melhor jogador de hoje com aquele que foi talvez o melhor da história. É a combinação dos sonhos."
Dirk Geuzendam
A partir dali, Magnus ganhava um grande tutor, o que faltava para o menino deslanchar de vez. O russo adorava computadores e sabia utilizá-los para analisar jogos e melhorar a performance. E foi isso que Kasparov ensinou a Magnus, a usar melhor a máquina. O menino foi lapidado até chegar ao posto de número 1 do ranking da federação internacional.
- Depois de um tempo, aprendi a usar mais os computadores para me prepaparar para enfrentar meus oponentes, porque existe muita base de dados sobre os jogos. E também para analisar meu próprio jogo para analisar meus erros - contou Magnus.
A questão central que os cientistas tentam entender é como Magnus consegue raciocinar tão rápido? Algumas pistas já surgiram. A teoria é: quando um jogador comum pensa para fazer um lance no xadrez, ele usa apenas o lado esquerdo do cérebro. Já Magnus e outros grandes jogadores conseguem trabalhar os dois lados, usando assim o dobro da capacidade de raciocínio e memória. Por isso é possível calcular e memorizar tanto.
O prodígio Magnus Carlsen voltou a chamar a atenção do mundo para o xadrez. Nos anos 80, por conta da Guerra Fria, o que acontecia no tabuleiro era questão de Estado. EUA x URSS ou Bobby Fischer x Boris Spassky. Norte-americano e soviético chegaram a decidir um título mundial como se fosse final de Copa do Mundo de futebol. Nos anos 90, Homem x Máquina. Garry Kasparov também ganhou os holofotes quando desafiou computadores. Depois dele, o interesse pelo jogo caiu, até Magnus Carlsen.
- Todo grande jogador traz algo novo ao jogo, mas Magnus é especial. Ele parece agregar todo o conhecimento técnico dos campeões do passado, e consegue impor sua juventude e novas ideias para explorar novas posições, novos caminhos. Ele é um desbravador, e o xadrez precisa de desbravadores - finalizou Dirk Geuzendam.

Grand Slam dia livre: Fier vence o SP Master Series

02/10/2011


Grand Slam dia livre:


Fier vence o SP Master Series

Integrantes do Red Hot quebram a cabeça.
Foto: WhyChess
Integrantes do Red Hot quebram a cabeça.
Um flagra interessante: Magnus Carlsen, durante sua passagem pelo Rio de Janeiro antes do Grand Slam, enfrentou os integrantes da Banda Red Hot Chilli Peppers.

SP Masters R1: Stamenkovic-Fier.
Fier venceu Dragan Stamenkovic na primeira rodada.
A etapa, disputada em pleno cubo de vidro onde os melhores jogadores do mundo estão disputando o Grand Slam, teve a vitória do Grande Mestre Alexandr Fier, que por muitos anos morou no estado do Paraná.

O torneio, disputado entre oito jogadores no formato mata-mata, contou com a participação de quatro Grandes Mestres. Fier teve que superar, respectivamente, o MI Stamenkovic, o GM Vescovi e o GM Cubas, que ficou em segundo lugar.
SP Masters Final: Fier-Cubas.
Na Final, Fier venceu o paraguaio José Cubas.









SP Master Series - etapa Grand Slam:
1o GM Alexandr Fier
2o GM Jose Cubas
3o GM Gilberto Milos Jr.

Enxadrista ucraniano vence e dispara em caixa de vidro em SP


Enxadrista ucraniano vence e dispara em caixa de vidro em SP

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CAROLINA ARAÚJO
DE SÃO PAULO
O ucraniano Vassily Ivanchuk, 42, sétimo colocado no ranking da Fide (Federação Internacional de Xadrez), venceu nesta sexta-feira o armênio Levon Aronian, 28, terceiro do mundo, e disparou na liderança do Grand Slam, campeonato de xadrez que está sendo jogado em uma caixa de vidro no parque Ibirapuera.
"Foi uma partida muito perigosa, mas, por sorte, meu adversário cometeu um grande erro", disse Ivanchuk sobre o duelo. No 32º lance, quando o ucraniano tinha melhor posição, mas enfrentava problemas com seu tempo, Aronian fez uma jogada equivocada que definiu o resultado da partida.
Moacyr Lopes Junior - 25.set.2011/Folhapress
O enxadrista Vassily Ivanchuk no parque Ibirapuera
Vassily Ivanchuk no parque Ibirapuera
Com o triunfo desta sexta-feira, Ivanchuk conquistou sua terceira vitória seguida, a segunda jogando com as peças pretas --já havia derrotado Viswanathan Anand, 41, atual campeão mundial, e Francisco Vallejo, 29, que ocupa a 28ª colocação do ranking. O ucraniano já não pode ser alcançado por seus rivais na etapa em São Paulo --de 5 a 11 de outubro, em Bilbao, na Espanha, será jogada a segunda metade do torneio, também em uma caixa de vidro.
Já Aronian, com o revés, sofreu sua primeira derrota no Grand Slam, mas continua como vice-líder, com cinco pontos. Compartilha a segunda colocação com Anand, que, nesta sexta-feira, venceu Vallejo de pretas.
No outro confronto do dia, o número um do mundo, o norueguês Magnus Carlsen, 20, empatou com o americano Hikaru Nakamura, 23, 12º do ranking. Nakamura tem quatro pontos. Já Carlsen é, junto com Vallejo, o lanterna do torneio, com três pontos.
Neste sábado, acontece, às 15h, a última rodada do Grand Slam em São Paulo. Os confrontos serão Ivanchuk x Carlsen, Anand x Aronian e Nakamura x Vallejo. As partidas serão transmitidas ao vivo emwww.grandslamdexadrez.com.br.

Livro com as melhores partidas de Mequinho

13/09/2011


Mequinho
Livro com as melhores partidas de Mequinho
O GM. Mequinho escreveu um livro sobre as melhores partidas dele.
O lançamento do livro Mequinho, O Xadrez de um grande mestre, pela Editora Ciranda Cultural, foi dia 13 de dezembro de 2010, no Parque da Água Branca, Av. Francisco Matarazzo, 455 - Água Branca - São Paulo, no Salão Paulinho Nogueira.
Antes do lançamento do livro Mequinho realizou uma simultânea contra 20 jogadores, tendo empatado apenas uma partida contra Cassius Alexandre.
Eis uma das importantes vitórias que estão entre as partidas que foram publicadas no novo livro do grande mestre "Mequinho", comentadas por ele.
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CASSIÃO VICE- CAMPEÃO INTERLAGOS

29/08/2011


Vinicius Ikezu Saito foi o campeão do Torneio Mensal de Xadrez deste domingo, 28 de agosto, no SESC Interlagos, 7ª etapa do 4º Grand Prix. Com a conquista, Saito assumiu a liderança do Grand Prix e está praticamente classificado para a final de dezembro. O certame deste domingo foi marcado pelo equilíbrio, pois os 7 primeiros colocados totalizaram 4 pontos, em decorrência de alguns empates nas primeiras duas mesas nas duas últimas rodadas.  Entre os 36 participantes, alguns jogaram pela primeira vez no SESC Interlagos, com destaque para Vinicius Vinagreiro e Patrick Klausener, ambos Sub 12, que residem em Santos. Foi um dia marcado também pela despedida de Carlos Eduardo Araújo, monitor de esportes do SESC, que por 4 anos foi o responsável pela coordenação e organização do evento. A partir de setembro Araújo exercerá suas funções no SESC Santo Amaro que será inaugurado em 24 de setembro. Na cerimônia de encerramento Araújo agradeceu pelo apoio de todos principalmente alguns que participaram ativamente dos torneios no SESC Interlagos nestes quase 4 anos em que ele esteve lá. O próximo torneio de xadrez no SESC Interlagos acontecerá no dia 25 de setembro. Acompanhe abaixo os resultados do torneio deste domingo, a classificação do Grand Prix atualizada e veja fotos da Etapa Agosto.    

 Arbitragem – AI Estevão Tavares Neto

Classificação Final

Col  Nome                       Cat   Pts      MFPX  MTot   EAcum

  1   Vinicius Ikezu Saito,            4        16.0  18.0   13.5
  2   Cassius Al. Silva,               4        14.5  16.5   13.5
  3   Alessandro B. da Silva,          4        14.0  16.0   13.5
  4   Albano M. Agostinho,             4        14.0  15.0   13.5
  5   Vinicius M. Vinagreiro,    S12   4        13.0  15.0   11.0
  6   Paulo Cesar Vasconcelos,         4        12.5  14.5   12.0
  7   Italo A B de O Vale,             4        12.0  13.5   12.0
  8   Gabriel S. Pereira,              3.5      12.0  13.5   11.5
  9   Luiz Teodoro S. Martins,         3.5      11.0  12.5    9.5
 10   Takeshi de Souza,                3        14.0  16.0   10.0
 11   Maurino A. de Moraes,            3        13.5  14.5   11.0
 12   Valdinei Fialho,                 3        11.5  13.5    9.0
 13   Osmar A. Luiz,                   3        11.5  12.5    7.0
 14   Derli Francelli,           Fem   3        11.0  13.0    9.0
 15   Jefferson S. Candido,            3        11.0  12.0    9.0
 16   Silvano da S. Anselmo,           3        10.5  11.5    8.0
 17   Lilian Dutra,              Fem   3        10.0  11.0    7.0
 18   Rodrigo Lacerda,           S12   2.5      11.0  11.0    7.5
 19   Gabriel G. J. de Sousa,          2.5      10.0  11.5    6.5
 20   Jaime Augusto Freitas,           2        14.5  15.5    9.0
 21   David Rangel Inácio,             2        13.0  14.0    7.0
 22   Silas Fantato,                   2        12.0  13.0    6.0
 23   Marcos Renato Cezar,             2        11.5  12.5    6.0
 24   David Fogaça da Silva,           2        11.0  12.5    5.0
 25   Luan Ferreira dos Santos,        2        11.0  12.0    5.0
 26   Matheus Andrade Paiva,     S12   2         9.0  10.0    4.0
 27   Patrick H. I. Klausener,   S12   2         5.5   6.5    4.0
 28   Ricardo S. Martins,              1.5      11.0  12.5    6.5
 29   Edvilson Soares,                 1.5      10.5  10.5    2.0
 30   Valmário Sousa Silva,            1.5       9.5  11.0    4.5
 31   Orlando B. Scudeiro,             1.5       9.5   9.5    3.5
 32   Rafaela Oliveira,          Fem   1        10.0  12.0    5.0
 33   Joaquim B. Coelho Neto,          1        10.0  10.0    5.0
 34   Dilson B. O. Vale,               1         9.5  11.0    1.5
 35   Rood Steve O. Carmo,             1         9.0   9.0    2.0
 36   Silvana Leite,             Fem   0         6.5   7.5    0.0

3º TORNEIO OAB-CAASP DE XADREZ

26/08/2011


Sexta-Feira, 26 de Agosto de 2011


VEM AÍ O 3º TORNEIO OAB-CAASP DE XADREZ

Vem aí o 3º Torneio OAB-CAASP de Xadrez

































Estão abertas as inscrições para o 3º Torneio OAB-CAASP de Xadrez, que acontece no
 dia 22 de outubro,
 no Clube de Xadrez, em São Paulo. As inscrições são gratuitas e devem 
ser feitas por meio de 
dispositivo instalado na página de
 Esporte e Lazer do site da Caixa de Assistência    (www.caasp.org.br).





A segunda edição do Torneio de Xadrez contou com a participação com uma centena de
 advogados-enxadristas de todo Estado e teve como campeão Cléber Moreira.



Duas grandes amigas e enxadristas em Torneio na Paraíba !!!

23/07/2011

Presença feminina





Este ano, o Campeonato Paraibano terá muitas novidades e uma delas é a presença de duas jogadoras especiais, que já estão devidamente inscritas. Estou me referindo às paulistas Liliam Dutra(foto) e Derli Francelli,
 do Estado de São Paulo

CASSIUS CAMPEÃO DO FESTIVAL DE XADREZ SESC SÃO CAETANO

28/05/2011

Cassius Alexandre vence no SESC São Caetano com total aproveitamento

Cassius Alexandre Silva venceu todas as 5 partidas que disputou e sagrou-se campeão do Festival de Xadrez do SESC São Caetano realizado na fria e chuvosa manhã deste sábado na cidade que é o C da já conhecida sigla ABC paulista e onde está instalada há muitos anos a sede principal da General Motors do Brasil. O tempo afastou alguns aficionados do esporte-ciência, mas outros participaram pela primeira vez e puderam vivenciar este tipo de competição onde não há idade mínima nem máxima, pois o que vale é passar algumas horas fazendo o que se gosta, ou seja, praticando xadrez e jogando com cinco parceiros diferentes. O SESC São Caetano destina espaço todos os sábados a partir da 10 horas para a prática de xadrez, não há cobrança de qualquer taxa aos interessados sejam matriculados, usuários e até mesmo quem não tem qualquer vínculo com o SESC. Todos os 19 participantes receberam medalha ofertada pelo SESC São Caetano. Acompanhe abaixo a classificação final do Festival e veja algumas fotos do certame. 

Festival de Xadrez SESC São Caetano – 28/05/2011 

Arbitragem – AI Estevão Tavares Neto

Classificação Final

Col  Nome                       Pts      MFPX  MMed   EAcum   Vit 

  1   Cassius Alexandre Silva,   5        15.0  17.0   15.0    5
  2   Waldomiro Dias M. Junior,  4        13.5  14.5   14.0    4
  3   Raphael H. dos S. Silva,   4        12.5  13.0   12.0    4
  4   Derli Francelli,           4        11.0  12.0   11.0    4
  5   Arnor Serafim Junior,      3        15.0  17.0   10.0    3
  6   Ricardo Maraz,             3        12.5  13.0   12.0    3
  7   Fernando H. S. da Silva,   3        10.0  11.5    8.0    3
  8   Gabriel Machado Ferreira,  3         8.5   9.0    6.0    3
  9   Carlos Kimio,              3         8.0   8.5    7.0    3
 10   Luiz Philip Constantino,   2.5      14.0  16.5    9.0    2
 11   Guilherme M. G. Oliveira,  2.5      11.0  11.5    9.0    2
 12   Bruna B. M. Videira,       2        13.5  15.0    7.0    2
 13   Vagner Oscar Rufino,       2        13.0  13.5    7.0    2
 14   Giuseppe Pontarelli,       2        10.5  11.5    3.0    1
 15   Pedro Henrique Faria,      2        10.5  11.0    4.0    1
 16   Vitor Magalhães Medeiros,  2        10.0  10.5    6.0    1
 17   Giovanna Toguchi,          1        12.5  14.5    1.0    0
 18   Edson Zotto,               1        12.5  14.0    4.0    1
 19   Douglas de A. Smigly,      1         9.5  11.0    5.0    0

Tabela

Cl Nome                       Pts     1    2    3    4    5  

1  Cassius Alexandre Silva,   5     12:1  4:1  3:1  5:1  2:1
2  Waldomiro Dias M. Junior,  4     18:1 11:1  5:1  6:1  1:0
3  Raphael H. dos S. Silva,   4     17:1 10:1  1:0 13:1  6:1
4  Derli Francelli,           4     15:1  1:0 18:1 12:1 10:1
5  Arnor Serafim Junior,      3      8:1  7:1  2:0  1:0 13:1
6  Ricardo Maraz,             3     14:1 19:1  9:1  2:0  3:0
7  Fernando H. S. da Silva,   3     13:1  5:0 10:0 15:1 11:1
8  Gabriel Machado Ferreira,  3      5:0 13:0 14:1 17:1 12:1
9  Carlos Kimio,              3     10:0 17:1  6:0 18:1 16:1
10 Luiz Philip Constantino,   2.5    9:1  3:0  7:1 11:½  4:0
11 Guilherme M. G. Oliveira,  2.5   16:1  2:0 19:1 10:½  7:0
12 Bruna B. M. Videira,       2      1:0 14:1 16:1  4:0  8:0
13 Vagner Oscar Rufino,       2      7:0  8:1 17:1  3:0  5:0
14 Giuseppe Pontarelli,       2      6:0 12:0  8:0  0:1 18:1
15 Pedro Henrique Faria,      2      4:0 18:0  0:1  7:0 19:1
16 Vitor Magalhães Medeiros,  2     11:0  0:1 12:0 19:1  9:0
17 Giovanna Toguchi,          1      3:0  9:0 13:0  8:0  0:1
18 Edson Zotto,               1      2:0 15:1  4:0  9:0 14:0
19 Douglas de A. Smigly,      1      0:1  6:0 11:0 16:0 15:0
  

FESTIVAL GIGANTE DE XADREZ

17/05/2011

 Itaquera organizou a 11ª edição de seu Festival Gigante de Xadrez


                  FERNANDO BARBOSA         0          X          1       CASSIÃO
             atual Campeão Paulista Juvenil                      
              7º colocado Brasileiro Juvenil


Cerca de 500 enxadristas estiveram no SESC Itaquera, entre os dias 12 e 15 de maio, disputando o 11º Festival Gigante de Xadrez, tradicional competição que chega ao seu 10º ano, porque as duas primeiras edições aconteceram em 2002, uma em cada semestre, e a partir de 2003 um único evento por ano. Na quinta-feira, aconteceram os torneios nas categorias Sub 8, Sub 10 e Sub 12. Na sexta-feira, foram realizados os certames nas categorias Sub 14, Sub 16 e Sub 18. Já no sábado, a categoria livre, na qual participaram também professores, teve sua prova, enquanto o festival terminou com o descontraído, mas sempre competitivo, torneio por equipes. Este ano o número de participantes foi bem menor que em anos anteriores e isto ocorreu devido a coincidência com outras competições esportivas que reuniram alunos de escolas estaduais e do município de São Paulo. O SESC Itaquera vai avaliar o evento como um todo e verificar qual a melhor época para sua realização em 2012. A arbitragem esteve a cargo da Corpo & Mente Eventos, com Estevão Tavares Neto e equipe. Daniela Francisco, comandou a equipe do setor de programação, responsável pela estrutura e organização do festival. Confira a classificação final dos 15 torneios que compuseram o 11º Festival Gigante de Xadrez e veja fotos do evento.